Jogo Sujo

Interditada farmácia que vendia suposto medicamento para o coronavírus

suposto remédio para coronavírus

Caso aconteceu no Rio. Estabelecimento alegou que a fórmula aumentaria a imunidade das pessoas

A Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon) e a Subsecretaria de Vigilância Sanitária do Rio interditaram, no bairro de Copacabana, no Rio, uma farmácia de manipulação que vendia um suposto medicamento para o tratamento do coronavírus.

Durante uma operação de fiscalização, os técnicos encontraram o produto embalado e pronto para ser entregue ao comprador. Na nota de venda, havia a descrição: “coronavírus 15ml”. Na embalagem, no entanto, não constava qualquer menção ao Covid-19.

A farmacêutica responsável teria informado que a fórmula seria para aumentar a imunidade das pessoas. E que teria sido manipulada a pedido de consumidores.

Porém, a Vigilância alerta que, “até o momento, não temos registro de nenhum medicamento específico para o tratamento da Covid-19, ou que aumente a imunidade contra a doença”.

Ainda de acordo com os órgãos de fiscalização, os técnicos encontraram outras irregularidades no estabelecimento, como soluções vencidas, ausência de laudos de controle de qualidade do produto e de fórmulas homeopáticas e falta de termômetro na estufa para desinfectare vidros.

Já havia embalagens prontas para entrega
Produtos que já estavam prontos para a entrega foram descartados. Duas multas foram aplicadas, por falta de higiene nas instalações e nos equipamentos e por funcionamento inadequado. A farmácia de manipulção terá ainda que cumprir exigências de adequações estruturais e processos de trabalho.

Na semana passada, conforme o blog noticiou, várias farmácias foram autuadas por outras irregularidades, como aumento injustificado de preços de álcool gel, máscaras e luvas.

Redação

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